Acadêmicos da Faculdade de Ciências Sociais de Guarantã do Norte participam de mesa-redonda sobre Agricultura Familiar

Os acadêmicos do 1º semestre A e B do curso de Tecnologia em Agronegócio da Faculdade de Ciências Sociais de Guarantã do Norte participaram na última sexta-feira (1), de uma mesa-redonda para debater sobre agricultura familiar, durante as aulas das disciplinas Fundamentos do Agronegócio e Princípios de Administração e Gerência, ministradas pelas professoras mestras Ana Paula Ferreira de Almeida e Lucélia Aparecida Rothermel, respectivamente.

O evento contou com a participação de funcionários da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural – EMPAER de Guarantã do Norte: Amâncio Antunes, Daiane Gobes e Nélio Novaes. Dentre os pontos abordados durante o debate, destacaram-se: Conceito de Agricultura Familiar; Dificuldades da produção rural; Crédito Rural; Participação da categoria na colonização da região; O papel da agricultura familiar no cenário do Agronegócio e Políticas Públicas para a Agricultura Familiar.

Segundo a professora Ana Paula, o objetivo da mesa-redonda é levar os acadêmicos a conhecerem mais sobre a agricultura familiar, esclarecendo dúvidas e integrando-os aos órgãos que trabalham com esta categoria.

Para o extensionista rural da EMPAER, Amâncio Antunes a iniciativa foi excelente, pois um debate como este proporcionará reflexão para os acadêmicos durante as aulas futuras. A mesa-redonda oferece vários pontos para serem debatidos e serem levados para um estudo mais aprofundado. Ele parabeniza a Faculdade de Ciências Sociais de Guarantã do Norte pelo evento e acredita que todas as classes de profissionais e cursos deveriam ter a iniciativa de fazer eventos como este.

O acadêmico Ronan Barbosa Guimarães, do 1º semestre A do curso de Tecnologia em Agronegócio, parabenizou a EMPAER, pois acredita que a empresa recebe recursos limitados e faz um ótimo trabalho e falou também sobre o orgulho em ser filho de produtor rural, que sofre o preconceito das pessoas da cidade: “Os filhos de produtores rurais não têm que ter vergonha de falar que é filho de produtor, pois é do campo que a cidade se alimenta”.

Ascom/FCSGN